Acho que os moradores do bairro José Brandão estão meio que esquecidos pela CEMIG ou pela prefeitura.
Andando por lá a noite a gente passa por algumas escuridões: o novo ponto de taxi fica no escuro, a praça assume um ar romântico com a penumbra, alguns postes apagam e acendem como se fossem luzes de Natal.
Se temos que pegar o ônibus melhor procurar um lugar bem iluminado, cadê? Encontrar um motorista que não pense estar numa corrida, difícil.
Os motoristas comuns adoram descer a avenida "zunando"...como falávamos quando crianças.
E a taxa de iluminação pública?
Vai me dizer que eles não pagam?
quarta-feira, 18 de maio de 2011
segunda-feira, 9 de maio de 2011
A coisa tá preta!
A ponte sobre o Rio das Velhas quebrou e os ônibus de Caeté estão passando ou por Sabará ou por Santa Luzia. Quanto a isso não tem jeito.
Mas acontece que os que vão por Sabará estão correndo demais, e colocando as vidas dos passageiros em risco. Porquê será? Eles (os motoristas) seriam incapazes de perceber o perigo da estradinha ou confiam demais em si mesmos? Os outros (Saritur) não teriam feito uma reunião com esses profissionais a fim de prepará-los e preveni-los sobre as consequências de sua irresponsabilidade?
E os que passam por Santa Luzia?
Mesmíssima coisa, só que eles correm por achar que estão sempre atrasados. Ou será que estão sendo orientados para isso?
E a rodoviária está sempre cheia! Não seria o caso de ter mais horários?
O fato é que se acontecer um acidente por uma ou outra estrada, será uma grande tragédia, aliás, anunciada.
Mas acontece que os que vão por Sabará estão correndo demais, e colocando as vidas dos passageiros em risco. Porquê será? Eles (os motoristas) seriam incapazes de perceber o perigo da estradinha ou confiam demais em si mesmos? Os outros (Saritur) não teriam feito uma reunião com esses profissionais a fim de prepará-los e preveni-los sobre as consequências de sua irresponsabilidade?
E os que passam por Santa Luzia?
Mesmíssima coisa, só que eles correm por achar que estão sempre atrasados. Ou será que estão sendo orientados para isso?
E a rodoviária está sempre cheia! Não seria o caso de ter mais horários?
O fato é que se acontecer um acidente por uma ou outra estrada, será uma grande tragédia, aliás, anunciada.
quarta-feira, 16 de março de 2011
TEMPOS MODERNOS (escolares)
Nas escolas públicas de hoje, onde o aluno na maioria das vezes está certo, e o professor nem sempre encontra apoio da direção para aquilo que deseja fazer no desenvolvimento do seu trabalho, seguindo regras ditadas por quem, geralmente , não está em sala de aula, torna-se cada dia mais difícil trabalhar com amor e dedicação, uma das coisas que torna um professor, PROFESSOR.
Ora, nós mais maduros estudamos em escolas mais completas, talvez por isso sejamos também mais exigentes que os professores mais novos, como temos onde buscar comparação (memória), comparamos e nos surpreendemos. Onde foi que se perdeu a educação? Quando os pais pararam de apoiar o trabalho do “mestre” e deram razão para o filho sem que ele tivesse? Que futuro tem um país que daqui a 10 ou 15 anos estará nas mãos destes alunos de hoje?
Talvez você pense, não estará, estará nas mãos dos que estudam em escolas particulares...
Minha tristeza mora aí: não estou preparando sujeitos pensantes, não estou educando um futuro político respeitável e talvez honesto, por inúmeros motivos estou preparando a força bruta para o trabalho que vem vindo.
Talvez alguns cheguem a faculdade, mas qual delas? Porque a Federal fica para os “bem estudados”, com sorte algum chega lá pelas “cotas”.
O “querer” do professor “que quer” é muitas vezes solitário, os pais também parecem não pensar no futuro. É até compreensível: a vida está difícil, eles não podem seguir de perto o desenvolvimento do filho, vivem do imediato e pensam que talvez seja melhor deixar para os professores mais essa carga, afinal, “é para isso que eles ganham”.
É um pensar inocente de que tudo está no agora, como aquela sensação que se tem aos 18 anos, não se imagina nem de longe que os 40 poderão chegar.
Me bateu uma nostalgia, quem diria!!!
Saudades de Ivone, Luzia, Jorginho, e de minha avó que me castigava quando eu não me comportava bem na escola porque ela achava, vejam só, que a educação era importante para o meu futuro, ela que nunca passou do antigo terceiro ano primário, e que foi professora lá na roça.
Ora, nós mais maduros estudamos em escolas mais completas, talvez por isso sejamos também mais exigentes que os professores mais novos, como temos onde buscar comparação (memória), comparamos e nos surpreendemos. Onde foi que se perdeu a educação? Quando os pais pararam de apoiar o trabalho do “mestre” e deram razão para o filho sem que ele tivesse? Que futuro tem um país que daqui a 10 ou 15 anos estará nas mãos destes alunos de hoje?
Talvez você pense, não estará, estará nas mãos dos que estudam em escolas particulares...
Minha tristeza mora aí: não estou preparando sujeitos pensantes, não estou educando um futuro político respeitável e talvez honesto, por inúmeros motivos estou preparando a força bruta para o trabalho que vem vindo.
Talvez alguns cheguem a faculdade, mas qual delas? Porque a Federal fica para os “bem estudados”, com sorte algum chega lá pelas “cotas”.
O “querer” do professor “que quer” é muitas vezes solitário, os pais também parecem não pensar no futuro. É até compreensível: a vida está difícil, eles não podem seguir de perto o desenvolvimento do filho, vivem do imediato e pensam que talvez seja melhor deixar para os professores mais essa carga, afinal, “é para isso que eles ganham”.
É um pensar inocente de que tudo está no agora, como aquela sensação que se tem aos 18 anos, não se imagina nem de longe que os 40 poderão chegar.
Me bateu uma nostalgia, quem diria!!!
Saudades de Ivone, Luzia, Jorginho, e de minha avó que me castigava quando eu não me comportava bem na escola porque ela achava, vejam só, que a educação era importante para o meu futuro, ela que nunca passou do antigo terceiro ano primário, e que foi professora lá na roça.
domingo, 20 de fevereiro de 2011
As frustadas carteiras (Texto de 2010)
Agora olha pro cê vê!
Sábado passado, 22 de maio, foi dia de banca do DETRAN aqui na cidade. Platéias...milhares. E torcida familiar pra um, indiferença pra outro, inveja de outro... Normal. O que não é normal é o jeito que esses examinadores se comportam em relação aos candidatos. Gente! Eles chegam a ser bobos ao querer evidenciar o “vacilo” do outro! Teve um que fez o rapaz descer do carro para ver o que tinha feito, e ele só tinha cometido aquele erro, provavelmente, devido ao nervosismo gerado nele pelo próprio examinador que devia estar com raiva de alguma coisa, ou será ele mal educado e mal humorado o tempo todo, ou ainda estava só se mostrando para o colega do banco de trás que com certeza aprovava aquele comportamento deprimente, já que sorria com as palhaçadas do companheiro.
Olha, eu sempre pensei em fazer uma pesquisa a respeito da sensação de poder que cada um experimenta conforme a sua personalidade (não sei se é esta a palavra). O poder quase sem limites de um juiz, o poder outorgado e às vezes mal usado de um policial, o poder, vejam só, de um porteiro, que às vezes nos faz tantas perguntas antes de abrir uma porta que deveria já estar aberta à nossa chegada, que ficamos pensando se não estamos diante de um inquisitor!
Um amigo ponderou diante da minha perplexidade: “Cida, pensa só: o cara sai cedo de casa, num sábado, para vir examinar esse pessoal aqui, eles já devem chegar machos! Vem pensando mesmo é em ferrar com esse pessoal que tá aqui tirando o sossego deles nos finais de semana.”
Aceitei esse argumento. Afinal, num país onde um grupo de policiais espanca um inocente até a morte na frente da mãe...outro atira num inocente e nada acontece...onde a moda entre políticos é receber propina...rico não fica preso...um homem é preso por retirar cascas de uma árvore para fazer remédio para sua mulher, mas nada acontece com um fazendeiro que devasta milhares de hectares da floresta Amazônica para plantar soja. Então porque um pobrezinho de um examinador não teria o direito de acabar com a alegria de jovens que pagam o que não têm para tentar tirar uma carteira e poder trabalhar, já que estes mesmos jovens, nervosos pelo momento e humilhados pelo profissional, estão ali, culpados, julgados e condenados pelo delito de fazer acordar e deixar a família num dia de sábado, um excelente profissional como esses que aqui vieram?
Que isso! Palmas para os examinadores do DETRAN.
“ O que mais me preocupa não é o grito dos violentos,
Nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem caráter,
nem dos sem ética.
O que mais preocupa é o silêncio dos bons!”
Martin Luther King
Sábado passado, 22 de maio, foi dia de banca do DETRAN aqui na cidade. Platéias...milhares. E torcida familiar pra um, indiferença pra outro, inveja de outro... Normal. O que não é normal é o jeito que esses examinadores se comportam em relação aos candidatos. Gente! Eles chegam a ser bobos ao querer evidenciar o “vacilo” do outro! Teve um que fez o rapaz descer do carro para ver o que tinha feito, e ele só tinha cometido aquele erro, provavelmente, devido ao nervosismo gerado nele pelo próprio examinador que devia estar com raiva de alguma coisa, ou será ele mal educado e mal humorado o tempo todo, ou ainda estava só se mostrando para o colega do banco de trás que com certeza aprovava aquele comportamento deprimente, já que sorria com as palhaçadas do companheiro.
Olha, eu sempre pensei em fazer uma pesquisa a respeito da sensação de poder que cada um experimenta conforme a sua personalidade (não sei se é esta a palavra). O poder quase sem limites de um juiz, o poder outorgado e às vezes mal usado de um policial, o poder, vejam só, de um porteiro, que às vezes nos faz tantas perguntas antes de abrir uma porta que deveria já estar aberta à nossa chegada, que ficamos pensando se não estamos diante de um inquisitor!
Um amigo ponderou diante da minha perplexidade: “Cida, pensa só: o cara sai cedo de casa, num sábado, para vir examinar esse pessoal aqui, eles já devem chegar machos! Vem pensando mesmo é em ferrar com esse pessoal que tá aqui tirando o sossego deles nos finais de semana.”
Aceitei esse argumento. Afinal, num país onde um grupo de policiais espanca um inocente até a morte na frente da mãe...outro atira num inocente e nada acontece...onde a moda entre políticos é receber propina...rico não fica preso...um homem é preso por retirar cascas de uma árvore para fazer remédio para sua mulher, mas nada acontece com um fazendeiro que devasta milhares de hectares da floresta Amazônica para plantar soja. Então porque um pobrezinho de um examinador não teria o direito de acabar com a alegria de jovens que pagam o que não têm para tentar tirar uma carteira e poder trabalhar, já que estes mesmos jovens, nervosos pelo momento e humilhados pelo profissional, estão ali, culpados, julgados e condenados pelo delito de fazer acordar e deixar a família num dia de sábado, um excelente profissional como esses que aqui vieram?
Que isso! Palmas para os examinadores do DETRAN.
“ O que mais me preocupa não é o grito dos violentos,
Nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem caráter,
nem dos sem ética.
O que mais preocupa é o silêncio dos bons!”
Martin Luther King
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Futebol ou vale tudo?
Como mãe não posso deixar de comentar esse fato triste que ocorreu no Poliesportivo na quarta-feira passada.
Não dá pra saber o que se passa na cabeça de uma pessoa num momento que deveria ser apenas de discordância num jogo, e esse somente uma forma de disputa amigável onde torcedores vão defender com gritos, vaias e aplausos, o time do bairro onde moram. Tive o desprazer de assistir uma cena triste que mostrou de que pode ser feito cada ser humano quando não consegue segurar a sua ira. Um jogador do time do Bonsucesso agrediu um colega e avançou como um animal selvagem sobre o árbrito, derrubando-o e chutando-o enquanto este permanecia caído no chão.
Foi um momento revelador. Espero sinceramente que a mãe do rapaz agredido não tenha assistido aquela cena deplorável. Como é que pode uma pessoa perder o controle a ponto de agredir outra pessoa que não lhe fez nada a não ser punir por uma falta cometida. Talvez algum torcedor fanático diga: “_ mas não foi falta!”
Então eu digo: “_ Nada no mundo justifica a violência.”
Qual a função do árbrito? Qual a obrigação dos jogadores?
Quero dizer aos pais que nossos filhos estão precisando mais de nós do que nunca. Não sei onde erramos quando os criamos. Tenho certeza que nós mães tentamos acertar sempre. É uma infelicidade ver os jovens nessa condição. A maioria está mal educada e justifica atitudes como essa desse jogador.
Acho que a solução está na união de pais e escolas caminhando juntos para ensinar aos meninos e meninas a disciplina, o respeito aos semelhantes, à natureza, às leis (mesmo que a justiça seja falha) para que eles não se tornem seres brutais. Bons pais não desejam ver os seus filhos envolvidos em disputas cruéis.
Quando uma pessoa agride a outra os dois perdem. O agredido sente às vezes a dor física e a humilhação (e se os dois forem do mesmo naipe, a coisa pode terminar em tragédia). Mas o agressor é que perde mais. Ele perde a credibilidade, o respeito dos amigos se torna algo que se aproxima do medo, o companheiro percebe que ainda não o conhecia e as pessoas que tiveram a infelicidade de assistir a agressão saem fazendo seus comentários contra ou a favor, mas, ao amadurecerem a idéia, condenarão o agressor.
Não dá pra saber o que se passa na cabeça de uma pessoa num momento que deveria ser apenas de discordância num jogo, e esse somente uma forma de disputa amigável onde torcedores vão defender com gritos, vaias e aplausos, o time do bairro onde moram. Tive o desprazer de assistir uma cena triste que mostrou de que pode ser feito cada ser humano quando não consegue segurar a sua ira. Um jogador do time do Bonsucesso agrediu um colega e avançou como um animal selvagem sobre o árbrito, derrubando-o e chutando-o enquanto este permanecia caído no chão.
Foi um momento revelador. Espero sinceramente que a mãe do rapaz agredido não tenha assistido aquela cena deplorável. Como é que pode uma pessoa perder o controle a ponto de agredir outra pessoa que não lhe fez nada a não ser punir por uma falta cometida. Talvez algum torcedor fanático diga: “_ mas não foi falta!”
Então eu digo: “_ Nada no mundo justifica a violência.”
Qual a função do árbrito? Qual a obrigação dos jogadores?
Quero dizer aos pais que nossos filhos estão precisando mais de nós do que nunca. Não sei onde erramos quando os criamos. Tenho certeza que nós mães tentamos acertar sempre. É uma infelicidade ver os jovens nessa condição. A maioria está mal educada e justifica atitudes como essa desse jogador.
Acho que a solução está na união de pais e escolas caminhando juntos para ensinar aos meninos e meninas a disciplina, o respeito aos semelhantes, à natureza, às leis (mesmo que a justiça seja falha) para que eles não se tornem seres brutais. Bons pais não desejam ver os seus filhos envolvidos em disputas cruéis.
Quando uma pessoa agride a outra os dois perdem. O agredido sente às vezes a dor física e a humilhação (e se os dois forem do mesmo naipe, a coisa pode terminar em tragédia). Mas o agressor é que perde mais. Ele perde a credibilidade, o respeito dos amigos se torna algo que se aproxima do medo, o companheiro percebe que ainda não o conhecia e as pessoas que tiveram a infelicidade de assistir a agressão saem fazendo seus comentários contra ou a favor, mas, ao amadurecerem a idéia, condenarão o agressor.
domingo, 9 de janeiro de 2011
Amy Winehouse
Quem deixaria seu filho ir a um show dessa moça?
Todas as vezes em que a vi ela estava visivelmente drogada.
Bonita, rica e com aquele vozeirão. O que tem na cabeça dessa pobre infeliz que vive a vida de forma tão irresponsável consigo mesma e com os outros?
Acho que o Brasil já tem maus exemplos demais, pra trazer mais um.
Todas as vezes em que a vi ela estava visivelmente drogada.
Bonita, rica e com aquele vozeirão. O que tem na cabeça dessa pobre infeliz que vive a vida de forma tão irresponsável consigo mesma e com os outros?
Acho que o Brasil já tem maus exemplos demais, pra trazer mais um.
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